30 abril 2014

fotos antigas


Tenho documentos, como a carta de condução, em que eu própria tenho dificuldade em reconhecer-me. Nestes últimos 10/15 anos mudei bastante. Claro que os traços gerais estão cá, mas até o formato da minha cara mudou. Para além disso, mudo muitas vezes de corte de cabelo. Ainda assim, tenho sempre gente simpática que me diz... «Oh Cláudia, estás igual. Podiam passar 50 anos que eu reconhecia-te sempre!». Prontosss, ainda bem... quero ver se quando eu tiver 80 também me dizem isso ou se vão continuar a ser uns esponjosos! :) 

#desculpashámuitas - maio


Começa amanhã mais um #desculpashámuitas desta vez relativo maio, um dos meus meses preferidos. Vou tentar acompanhar. Podem seguir-me no eventargram.

29 abril 2014

o melhor país para visitar... do muuuuundo


Ao que parece, Portugal voltou a ser, pelo segundo ano consecutivo, eleito o melhor país do mundo para visitar, aos olhos da espanhola Condé Nast Traveler. Até aqui tudo bem, recebemos com alguma vaidade e até já nos vamos habituando a isto de termos o melhor destino para escapadinhas, o melhor hostel, o melhor golf resort e mais uma data de melhoresnãoseidoquê. Sempre que leio estas notícias fico feliz e dá-me vontade de {re}visitar o nosso país em turismo. Penso até que quem me dera ser turista e andar a planear uma viagem a Portugal. Deve ser ótimo poder explorar a «combinação entre cultura, gastronomia, "excelentes vinhos", praias, campos de golfe, história e um "povo afável, aberto e muito sincero" (...) a "impressionante variedade" de paisagens que é possível encontrar (...).». Tudo isto é maravilhoso... sem dúvida e, sempre que posso, faço a chamadas férias cá dentro, numa tentativa de sentir na pele o que é isto de ser turista em Portugal. Sinto quase o mesmo do que transcrevo acima só que, ao contrário de mim, quando os turistas voltam aos seus países cinzentos, com gente pouco sorridente, com comida desenxabida, voltam a encher o bolso para as férias do ano seguinte. Adoro o nosso país, adoro mesmo, temos quase tudo nestes noventa e dois mil quilómetros quadrados de terra mas não sei se nos conseguimos apreciar da mesma forma que eles, os turistas, nos apreciam.

cruzamento de meias


Quantas de vós, valentes senhoritas, têm a estúpida tarefa de dobrar as meias do homem*? Eu tenho e sou mesmo valente. Aliás, valente e com uma paciência que vai daqui até Cacilhas. As meias deles são todas iguais. Ou pretas, ou azuis muito escuras, ou pretas acinzentadas... epa, aquilo à noite com a luz baixinha do candeeiro da sala sabe tudo ao mesmo. Mas não... eles fazem questão de nos lembrar que são todas diferentes. Há umas que têm o cano mais baixo e outras mais alto e largo. Depois há as fininhas para usar com os sapatos tal ou as grossas para os ténis xis. Depois há as que têm uma macacada qualquer bordada que, benditas sejam, ajudam logo à triagem. Aliás, a tarefa é feita por triagens que consiste em separar as que se distinguem das outras pela cor, tamanho, textura e assim sucessivamente, até ficar com as mais parecidas. Só depois é que se avança para o emparelhamento das gajas. No fim desta odisseia, apenas reservada a mulheres muito valentes e com doses de paciência sagradas, há sempre uma outra puta desgraçada que fica sem par... azar, fica órfã até à próxima remessa. 

*o homem trata quase sempre da comida, por isso a roupa é quase sempre do meu pelouro... é justo.

panquecas


Há dois fins-de-semana atrás convenci-o a fazer panquecas para o pequeno-almoço, estavam ótimas como já seria de se esperar... acho que este feriado vai-me apetecer outra vez... carregadinhas de mel.