27 fevereiro 2015

verbo: fazer


Mesmo que o resultado não seja exatamente aquilo que se espera. Mesmo que o caminho seja mais de pedras do que algodão. Mesmo que tenhamos que inverter a marcha quando achamos que estamos quase a chegar. Mesmo que tudo corra ao contrário. O que importa mesmo é tentar. É fazer. É agir. De certeza que vai valer a pena. Mais tarde ou mais cedo, valerá sempre a pena. Pela aprendizagem. Pela experiência. Fui, sou e serei pelo verbo fazer. Sempre.

24 fevereiro 2015

embalsamei um dente


Afinal os sisos ainda estão cá para ficar mais umas temporadas. As dores horríveis eram fruto de uma necrose no dito dente... {fonix, 'tou a morrer por dentro, caraças...! necrose = gangrena... homessa!}. Posto isto e nada mais havendo a fazer, vai que matei o gajo mas embalsamei-o, que em linguagem de dentistas é desvitalizar. Coitadinha, eu a achar que andava cheia de vida, até a B12 anda bem {sobre isto falamos daqui a uns dias} e vai que tenho que matar um dente. Sobre o que paguei... pá, nem vou entrar por aí, senão desvitalizo já o bolso. Ai a puta da minha vida...

subir na vida


Respeito muito as pessoas que começam de baixo, sem cunhas nem padrinhos. Gosto das que sobem a pulso, a penar, a saber dar valor às conquistas do dia-a-dia. É raro cruzar-me com pessoas assim. Cada vez mais raro. 

23 fevereiro 2015

sisos dum catano


Ando com dores de dentes... acho eu. Ou então é dor nas gengivas. Ou nos maxilares. Ou será que é nos ouvidos? Na cabeça, dói-me a têmpora direita. Às vezes até se me enchem os olhos de lágrimas. Caraças que isto dói. Era bom que fosse só uma cárie. Mas ainda cá tenho os dois sisos inclusos. Os de cima. Gaita. Tenho que ir à serra outra vez? Oh não...

carneirada


Este conceito irrita-me.