13 março 2015

e'ventar no mundo

No seguimento do post de ontem resolvi espreitar por onde andam os leitores que me visitam e temos novos territórios conquistados. :) 


Interessante perceber que a maior percentagem de novos visitantes vêm da Rússia. Não conheço por lá ninguém e, tendo em conta que escrevo sempre em português, acredito que sejam uns conterrâneos que por lá andam. Um abraço para vocês aqui da Tugalândia.

Um especial obrigada a Portugal, Brasil, Reino Unido, Suécia, Estados Unidos, Uruguai, Espanha, França, Alemanha e Itália que continuam no meu top 10.

fonte: analytics

12 março 2015

alô gronelândia


Beijinhos para a Gronelândia que me visitou nos últimos dias! Sois vós que me visitam mais a norte deste planeta. Ah e é sinal que já há internet por aí. Cool!

as enfermeiras são pessoas fofinhas


A minha B12 anda mais dominada mas ainda assim tem que andar debaixo de olho, ou melhor, debaixo dos glúteos... já que é lá que as putas da injeções são dadas. Não é bem debaixo é mais dentro... mas isso do "dentro do rabo" pode ser mal interpretado. Bom, adiante. Tenho que levar 2 injeções assim de rajada e depois uma de 6 em 6 meses. Levei uma ontem e amanhã levo a segunda. No total já vamos, eu e o meu rabo, num total de 13 injeções de B12. Já temos alguma proximidade, como podem imaginar. Posto isto, recebi há minutos um telefonema da Walk'in a perguntar como é que eu estava, se tinha passado bem, se tinha dúvidas. Tão fofinhas a senhoras enfermeiras. Sim, senhora enfermeira, estou aqui impecábel. Amanhã há mais!

o corpo da mulher... e do homem

Há uns dias pus na minha página de Facebook uma fotografia da apresentadora do Festival da Canção. Comentei o seguinte: 

«Xinapá, tanto tecido nas mangas e tão pouco no decote...». 




Enquanto mulher não gostei de ver aquele decote exagerado. Acho que não há necessidade de se expor daquela maneira e é uma forma reles de se usar a imagem da mulher. O Jorge Gabriel estava normal, discreto como quase sempre e como tal não gostei de ver a senhora daquela forma. Houve alguma troca de comentários mas eis que o meu amigo Paulo, pessoa discreta, altamente low profile diz-me assim: 

«Minha querida, sem querer ferir aqui o pudor de ninguém; e tratando-se do corpo masculino, o que achas que uma coisa destas faz à imagem dos homens? 
De notar que se trata de malas para senhora.» 

E espeta-me com o seguinte vídeo:



{este post é capaz de durar pouco tempo... vão censurá-lo!}

10 março 2015

trabalhar sem ir para o trabalho


No início de novembro falei com os chefes e disse abertamente que aquilo que a empresa me estava a dar não era aquilo que eu melhor sabia fazer. Disse o que queria e foi-me dito que não. Poucos dias depois propus uma forma diferente de trabalhar. Também não era o pretendido. No dia a seguir e quase 8 anos depois de ter sido contratada, apresentei a minha carta de demissão. Saí no fim de dezembro. Desde então tenho um projeto meu. Trabalho a partir de casa. Tenho aquele tipo de trabalho que algumas pessoas [não a maioria, felizmente] não compreende nem acredita que, de facto, se trabalhe. Cada vez há mais trabalhadores assim. Que trabalham mas não vão para o trabalho. Até porque, na grande maioria das vezes, os tais que ainda não compreendem nem acreditam, acham que o importante é ir para o trabalho... o trabalhar é outra conversa.